Te ter perto de mim,
Me protegendo das coisas ruins do mundo,
Me acalmando nos momentos de tempestade,
Apoiando as minhas loucuras, mesmo que elas por muitas vezes não te agrade.
Me dando colo quando tudo parece esta desmoronando,
Vibrando pelas minhas conquistas.
Quando olho nos seus olhos e vejo eles lacrimejando de felicidade por me ver conquistando meus objetivos,
Me faz ser a mulher mais especial que o mundo possa imaginar.
Nem mesmo os momentos difíceis que passamos, conseguiu destruir o amor que sinto por você.
É tão mais fácil viver nesse mundo injusto e cruel ao seu lado,que
Tudo fica tão mais suave e simples,
Que quero passar por todos os obstáculos da vida ao seu lado.
Tua presença me acalma,me enlouquece,me aquece.
Tu és a minha melhor escolha,tu és meu e eu sou tua, por toda eternidade.
Te amo!
Bruna T S.
domingo, 21 de julho de 2019
sexta-feira, 12 de julho de 2019
No fundo dos seus olhos me vejo despida,
Quando você me olha sinto o calor da tua pele.
Isso me arrepia, você me desconcerta.
Minhas bochechas ficam avermelhadas,
Ah como eu queria sentir você!
Consigo ver o quanto você me deseja.
É tentador ver você e estarmos sempre rodeados de pessoas.
Você mente quando diz que sou apenas sua musa inalcançável.
Sei dos seus medos e anseios,mas não quero entender.
Você é a pessoa mais covarde que conheço.
Necessito de você, do teu corpo quente,
Preciso da tua boca passeando pelo meu corpo.
Preciso ouvir você gemer de prazer.
Não desvie seu olhar, você vai continuar me despindo a cada tentativa de me tirar da sua mente.
Adoro quando você pisca para mim, quando você me abraça forte,
Consigo sentir as mais íntimas sensações.
Não fuja de mim, não tenha medo, se entregue a mim.
Deixe-me mostrar como é lindo o paraíso por fora do seu olhar.
Bruna Taís da Silva
Quando você me olha sinto o calor da tua pele.
Isso me arrepia, você me desconcerta.
Minhas bochechas ficam avermelhadas,
Ah como eu queria sentir você!
Consigo ver o quanto você me deseja.
É tentador ver você e estarmos sempre rodeados de pessoas.
Você mente quando diz que sou apenas sua musa inalcançável.
Sei dos seus medos e anseios,mas não quero entender.
Você é a pessoa mais covarde que conheço.
Necessito de você, do teu corpo quente,
Preciso da tua boca passeando pelo meu corpo.
Preciso ouvir você gemer de prazer.
Não desvie seu olhar, você vai continuar me despindo a cada tentativa de me tirar da sua mente.
Adoro quando você pisca para mim, quando você me abraça forte,
Consigo sentir as mais íntimas sensações.
Não fuja de mim, não tenha medo, se entregue a mim.
Deixe-me mostrar como é lindo o paraíso por fora do seu olhar.
Bruna Taís da Silva
quinta-feira, 11 de julho de 2019
Mata a fome, tira a tristeza,
Levanta até difunto, e traz satisfação.
Querem saber o que é?
É o famoso Capitão!
Capitão não é gente e muito menos ilusão
É uma comida feita para gente arretada
Que não tem condição.
Capitão na minha região é como aquele velho ditado,
É Deus no céu e Capitão na terra!
É a salvação da minha gente.
Só quem já comeu, sabe do que estou a falar.
E acredite é uma comida forte,
Que sustenta muita gente.
Bruna Taís da Silva
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Você é a sobra que me persegue,
que me assombra todas as noites
ao fechar meus olhos.
Você me faz querer voltar ao passado,
eu tento não olhar para trás
Mas você está sempre ao meu lado.
Tudo que eu quero é fechar meus olhos
e adormecer tranquilamente.
Quero que pare!
Pare de me assombrar todas as noites.
Deixe-me viver,
deixe-me seguir em frente!
Apenas pare!
BRUNA T.D
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Fecho os olhos e vejo que estou andando pelas ruas
De Teresina
Sinto o vento quente ,a terra quente
O cheiro de gente forte,de gente trabalhadora.
Passo em frente a uma casa e pelo ar
Sinto que ela esta frintando carne de sol
Na outra casa piabas fritas
Na da esquina panelada .
Que aromas mais hipnotizantes,
Ah Estou em Teresina!
Agora estou passando pelo rio Parnaíba
Vejo gente vestida de maria bonita,avisto tarrafas,pescadores,rede,casas de barro.
De repente uma criança ivade a minha frente e diz "nam merma" porque foi te embora?
Com os olhos lacrimejando percebo que não consigo responder.
Mais na frente vejo o troca troca e corro para lá,
No mercado velho compro um anzol para minha mãe e farinha de puba.
Um velho me oferece cajuína e no final da avenida vejo um avião a minha espera.
Choro, tenho que ir embora.
Mas ao longe um senhor de bicicleta com um jacar na garupa,carregado de feijão de corda,milho verde,pororocas e braquinhas
Grita,espera,não esqueça das suas encomendas.
Sinto que não quero ir embora,não quero
abrir os olhos,
Ah Teresina!
De Teresina
Sinto o vento quente ,a terra quente
O cheiro de gente forte,de gente trabalhadora.
Passo em frente a uma casa e pelo ar
Sinto que ela esta frintando carne de sol
Na outra casa piabas fritas
Na da esquina panelada .
Que aromas mais hipnotizantes,
Ah Estou em Teresina!
Agora estou passando pelo rio Parnaíba
Vejo gente vestida de maria bonita,avisto tarrafas,pescadores,rede,casas de barro.
De repente uma criança ivade a minha frente e diz "nam merma" porque foi te embora?
Com os olhos lacrimejando percebo que não consigo responder.
Mais na frente vejo o troca troca e corro para lá,
No mercado velho compro um anzol para minha mãe e farinha de puba.
Um velho me oferece cajuína e no final da avenida vejo um avião a minha espera.
Choro, tenho que ir embora.
Mas ao longe um senhor de bicicleta com um jacar na garupa,carregado de feijão de corda,milho verde,pororocas e braquinhas
Grita,espera,não esqueça das suas encomendas.
Sinto que não quero ir embora,não quero
abrir os olhos,
Ah Teresina!
terça-feira, 21 de maio de 2019
As vezes preciso apenas sentir o vento que sopra
cedinho,ao amanhecer.
o aroma da manhã me toca de uma forma
que sinto como se estivesse bailando nas memorias
da minha infância.
A neblina me faz lembrar do café,da escola,do por do sol
do tio João.
As vezes preciso só sentir o calor do passado
para acalentar esse coração desfreado.
A cada sopro minha pele arrepia,
a cada lembrança sinto como se eu fosse apenas
o sopro de todas as manhãs.
O que doí é saber que amanhã estarei aqui
com a janela aberta
tentando inspirar o aroma do meu passado.
BRUNA TAÍS DA SILVA
cedinho,ao amanhecer.
o aroma da manhã me toca de uma forma
que sinto como se estivesse bailando nas memorias
da minha infância.
A neblina me faz lembrar do café,da escola,do por do sol
do tio João.
As vezes preciso só sentir o calor do passado
para acalentar esse coração desfreado.
A cada sopro minha pele arrepia,
a cada lembrança sinto como se eu fosse apenas
o sopro de todas as manhãs.
O que doí é saber que amanhã estarei aqui
com a janela aberta
tentando inspirar o aroma do meu passado.
BRUNA TAÍS DA SILVA
sábado, 13 de abril de 2019
Hoje quase não consigo lembrar-me do que eu era,do que fui e muito menos do que sou.
É como se tivessem apagado tudo da minha mente.
Olho para o espelho e vejo alguém irreconhecível,não sou eu.
Sinto isso...
Ando pelas ruas e vejo pessoas usando máscaras.
O que elas escondem?
O que eu escondo?
Não sei.
Hoje sentada na sacada do meu apartamento,
Conseguir lembrar-me de que nada sou.
Queria sentir o calor do passado
A dor dos momentos marcantes
A felicidade de se sentir ser eu.
Bruna Taís da Silva
É como se tivessem apagado tudo da minha mente.
Olho para o espelho e vejo alguém irreconhecível,não sou eu.
Sinto isso...
Ando pelas ruas e vejo pessoas usando máscaras.
O que elas escondem?
O que eu escondo?
Não sei.
Hoje sentada na sacada do meu apartamento,
Conseguir lembrar-me de que nada sou.
Queria sentir o calor do passado
A dor dos momentos marcantes
A felicidade de se sentir ser eu.
Bruna Taís da Silva
domingo, 20 de janeiro de 2019
Toda vez que acordo e tomo café,
O aroma do café me teletransporta para
Aquela sala,aquela cidade,aquele bairro,aquelas manhãs de felicidade.
O café da manhã de todos os dias,sem o meu querido tio,
Me mostram que correr atrás dos sonhos,
Nos deixam frágeis,vulneráveis,sem identidade.
Abdicar da família para conseguir algo nem sempre é a melhor escolha.
Meu tio João sempre acordava-me com uma sutil batida na janela do meu quarto,
E dizia-me "minha bichinha fiz o café e comprei pão vistido pra você".
Ele sempre acordava às cinco horas da manhã,para fazer café para mim.
Hoje vejo que aquela vida simples,aquela vida sofrida não era nada disso,não tinha esse tom triste.
Ah!O café de todas as manhãs,as batidas na janela,o pão quentinho, o meu tio João!
O aroma do café me teletransporta para
Aquela sala,aquela cidade,aquele bairro,aquelas manhãs de felicidade.
O café da manhã de todos os dias,sem o meu querido tio,
Me mostram que correr atrás dos sonhos,
Nos deixam frágeis,vulneráveis,sem identidade.
Abdicar da família para conseguir algo nem sempre é a melhor escolha.
Meu tio João sempre acordava-me com uma sutil batida na janela do meu quarto,
E dizia-me "minha bichinha fiz o café e comprei pão vistido pra você".
Ele sempre acordava às cinco horas da manhã,para fazer café para mim.
Hoje vejo que aquela vida simples,aquela vida sofrida não era nada disso,não tinha esse tom triste.
Ah!O café de todas as manhãs,as batidas na janela,o pão quentinho, o meu tio João!
Bruna Taís da Silva
sábado, 10 de novembro de 2018
Longe de casa,
Longe da minha família
Longe das conversas na calçada
Do jogo de salvá latinhas
De andar de bicicleta
De paquerar os meninos da rua
De ficar até meia noite
Contemplando a lua.
Longe da minha eterna infância
De brincar de pique esconde
De correr de mãinha,
Com medo da santa peia.
Oh! saudade do natal,
Com toda família reunida
Da minha mãe gastando
Os últimos vintém pra comprar o Peru pra ceia.
Saudade da dona Francisca
Minha vizinha querida,
Que sempre nos acudia nos tempos da seca.
Com uma sacola na mão ela sempre passava as coisas enriba da cerca.
Dividia o pouco que ela tinha pra colocar em nossas mesas.
Só quem olha no fundo dos meus olhos tristes,
Consegue enxergar
A doçura das lembranças
Da minha eterna infância.
Bruna Taís da Silva
Longe da minha família
Longe das conversas na calçada
Do jogo de salvá latinhas
De andar de bicicleta
De paquerar os meninos da rua
De ficar até meia noite
Contemplando a lua.
Longe da minha eterna infância
De brincar de pique esconde
De correr de mãinha,
Com medo da santa peia.
Oh! saudade do natal,
Com toda família reunida
Da minha mãe gastando
Os últimos vintém pra comprar o Peru pra ceia.
Saudade da dona Francisca
Minha vizinha querida,
Que sempre nos acudia nos tempos da seca.
Com uma sacola na mão ela sempre passava as coisas enriba da cerca.
Dividia o pouco que ela tinha pra colocar em nossas mesas.
Só quem olha no fundo dos meus olhos tristes,
Consegue enxergar
A doçura das lembranças
Da minha eterna infância.
Bruna Taís da Silva
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Hoje vejo o quão grande é o amor de mãe
Quando era criança,não entendia o porque de tanta insegurança.
Minha mãe,protegia,batia e mimava
Se fosse preciso até matava um.
Ela fazia de tudo para ver nossos sorrisos.
Mãe,palavra tão pequena e significativa.
Hoje,mesmo distante
Vejo a capacidade que ela tem de me proteger.
O amor só aumenta,ela chora ela lamenta.
Ora,ajoelha reclama, sofre.
De tudo que já fiz na vida,só me arrependo de uma coisa.
Das palavras ditas na hora da raiva,das brigas,da rebeldia.
E da seguinte frase dita "a senhora me sufoca"
Ela chorou,desejou até a morte.
Mas,mãe tudo suporta.
Me perdoou,mas uma coisa não me sai da memória,
A imagem dela na porta aos prantos,me entristece saber o quão monstruosa eu fui.
Tenho nojo de mim mesma
Esse pecado,esse tormento
Carregarei dentro do meu olhar pelo resto da minha vida.
Me perdoa mãe querida!
Quando era criança,não entendia o porque de tanta insegurança.
Minha mãe,protegia,batia e mimava
Se fosse preciso até matava um.
Ela fazia de tudo para ver nossos sorrisos.
Mãe,palavra tão pequena e significativa.
Hoje,mesmo distante
Vejo a capacidade que ela tem de me proteger.
O amor só aumenta,ela chora ela lamenta.
Ora,ajoelha reclama, sofre.
De tudo que já fiz na vida,só me arrependo de uma coisa.
Das palavras ditas na hora da raiva,das brigas,da rebeldia.
E da seguinte frase dita "a senhora me sufoca"
Ela chorou,desejou até a morte.
Mas,mãe tudo suporta.
Me perdoou,mas uma coisa não me sai da memória,
A imagem dela na porta aos prantos,me entristece saber o quão monstruosa eu fui.
Tenho nojo de mim mesma
Esse pecado,esse tormento
Carregarei dentro do meu olhar pelo resto da minha vida.
Me perdoa mãe querida!
Assinar:
Postagens (Atom)